SINABEF CONTRA A CRISE // CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2016/2017

SINABEF CONTRA A CRISE

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2016/2017

 

Apesar da gravíssima crise política que temos vivenciado no Brasil, a qual tem arruinado a economia do país, sendo o setor da construção civil e, consequentemente, o de engenharia de fundações e geotecnia severamente castigados, com escassez de serviços, elevação exponencial das demissões e outras nefastas consequências, o SINABEF tem reagido em favor de suas empresas associadas e sindicalizadas, realizando constantes reuniões de Diretoria e Conselho em busca de ideias e soluções.

 

Para tais situações, naturalmente, não há recursos mágicos, sendo a prudência e a cautela essenciais para a sobrevivência da empresa. É importantíssimo estar atento às notícias, estancar despesas, mantendo apenas as essencialmente necessárias, trocar ideias e participar dos eventos do SINABEF. O setor unido ganha força contra tais adversidades.

 

Em reunião com várias empresas, chegou-se à conclusão de que o setor privado deve buscar soluções em si mesmo, criando novas formas legais de contratação para geração de serviços, como, por exemplo, contratos por administração, uma modalidade praticada, há muito tempo, na Europa e na América do Norte. Sob tal formato, investidor, construtora e subcontratadas, como as empresas de engenharia de fundações e geotecnia, mediante ajustes que observam plenamente a legislação, tornam-se parceiras, independentes de investimentos governamentais, uma vez que estes, neste momento de crise, praticamente inexistem. Em verdade, todas as partes envolvidas num contrato dessa natureza são investidoras, com fins comuns: sucesso do empreendimento e lucro, gerando empregos e condições para recolhimento de tributos. Faremos encontros para estudarmos essa questão, visando à implementação de novas formas que proporcionem, o quanto possível, a saída do setor dessa conjuntura de estagnação. 

 

A questão das demissões, infelizmente, avançam, atingindo o principal capital das empresas: os empregados, profissionais altamente qualificados e especializados, “prata da casa”. Todavia, o que fazer quando colapsos políticos e econômicos, sem precedentes, concorrem para isso, desestabilizando o setor e toda a sociedade? Sem serviços, as empresas não conseguem manter os empregos, considerando-se, ainda, a elevadíssima carga tributária a que estão sujeitas.

 

Focando na administração financeira das empresas, mormente na questão relativa ao capital de giro, respeitada a autonomia de cada entidade, o SINABEF identificará especialista em tal matéria, para realização de uma palestra geral, com possibilidade de oferecimento de consultoria individual para as interessadas. Sabemos que isso implica em custos elevados de honorários profissionais, mas, caso venha a formar-se um grupo de empresas, tais valores, a serem arcados por cada uma, poderão compensar.

 

Enfim, a união de empresários e empregados é essencial. Para tanto, tendo em vista a aproximação da data base, o SINABEF já vem negociando com o respeitável sindicato dos trabalhadores da categoria, SINDPRESP, a Convenção Coletiva de Trabalho para reger o período de 1º/05/2016 a 30/04/2017, de modo justo e equilibrado, visando, o quanto possível, a minimizar as demissões, embora, como se sabe, não existam medidas milagrosas, principalmente diante de tamanha crise gerada pelos governantes do país.

 

Dia 16 de março será publicado, no Diário de São Paulo, o edital convocando as empresas para a Assembleia Geral Extraordinária sobre a CCT 2016/2017, que se realizará, na sede do SINABEF, a 22 de março de 2016, com primeira chamada às 8:00h e segunda convocação às 9:00h. É essencial que todas as empresas compareçam para tratar desse assunto de extrema relevância. Além desta notícia no site, emitiremos circulares para cada empresa.

 

A DIRETORIA

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